sexta-feira, dezembro 26, 2008

sexta-feira, dezembro 19, 2008

Arquiteto resgata ferreomodelismo no CE


Se o ferrorama já foi o sonho de consumo de meninos até meados dos anos 1980, o ferreomodelismo desperta a mesma paixão pelo mundo ferroviário, porém em adultos. Mas aí os trilhos e trens ganham outra dimensão: as peças compõem cenário com personagens, veículos, sinalização e toda a operação comum ao transporte sobre trilhos. Nesse caso, não basta montar a estrutura. O diferencial é construir a maquete, conseguir cada peça e ver vagões e locomotivas ganharem vida a cada saída da estação.É assim com a maquete montada pelo arquiteto Walter Lobo, 57 anos, em casa. Em escala O, com o tamanho das peças na proporção de um para 48 em relação à realidade, ele estima que só existam três, no Brasil, montadas com dimensões semelhantes e nesta escala.O arquiteto herdou as peças e a paixão do pai, também Walter Lobo, falecido há cerca de quatro anos, no Rio de Janeiro. O filho lembra que, ainda menino, via o pai montar — e desmontar no mesmo dia, por falta de espaço — parte do maquinário para os dois se divertirem e descobrirem novas possibilidades pelos trilhos.Já em Fortaleza, casado e com três filhas e uma neta, só há menos de três anos Lobo recebeu, pelo Correios, 14 caixas com os acessórios para compor a maquete. Na verdade, a encomenda guardava muito mais. “Quando chegou, tive ótimas lembranças. Essa montagem é uma homenagem ao meu pai, porque sei que ele gostaria de ter feito isso”, ressalta.Como tudo é muito delicado, todo cuidado é pouco. A peça mais antiga é um vagão de passageiro dos anos 1940, da tradicional marca norte-americana Lionel. Olhando de perto, é possível ver parafusos e bitolas 48 vezes menores que o tamanho normal.Para montar a maquete, os conhecimentos em arquitetura foram fundamentais. Só o projeto levou meses. Uma montanha feita com tela e gesso chama logo à atenção. Por dentro há um túnel por onde o trem desaparece e logo surge apitando e soltando fumaça.No percurso, o bucolismo que acompanha o ambiente férreo encontra um pescador no lago, animais pastando sob árvores, passageiros na estação, trabalhadores na oficina, coqueiros, carros antigos e um ambiente que, pelo menos no Brasil, só se encontra montado para turista ver.Entre cancelas e outras sinalizações, o trem passa ainda pela estação de carga, administração da ferrovia, pela oficina. A partir de comandos elétricos, sozinhas as máquinas descarregam toras de madeira (algumas feitas à mão pelo pai de Walter Lobo), carvão, cavalos. É o manobrista quem determina a composição de trilhos, o acender das luzes, o desengate automático e o aparecimento do chefe da estação. Ao longo do cenários, há ainda personagens de 38 milímetros.Os veículos circulam em corrente de zero a 20 volts. Essa corrente alternada com sistema de três trilhos foi muito utilizada por fabricantes até a década de 1950. Mas, no Brasil, funcionando como a de Walter Lobo, é rara. Em baixo da maquete, uma parafernália de fios coloridos revela que o sistema montado é complexo.Os trilhos somam cerca de sete metros, entre curvas, pontes e túnel que se dividem na maquete de 3,5 metros de comprimento. Mas esse número tende a crescer. É que, ainda guardados, há mais vagões, locomotivas, uma infinidade de peças para conserto. “Vou pintar as paredes do quarto, fazer as fachadas das casas. Isso não acaba. Mas não tenho pressa”, diz, como quem segue o ritmo cadenciado do trem. FIQUE POR DENTROMiniatura do trem é 87 vezes menor que o realOs primeiros trens em miniatura foram produzidos por relojoeiros alemães entre 1850 e 1856, utilizando mecanismos de corda. A primeira maquete ferroviária foi construída para o filho do imperador Napoleão III, na França, com circuito em forma de oito e locomotiva com quatro vagões. As soluções para movimentar os trens eram as mais diversas, indo dos delicados esquemas de corda ou vapor aos modelos movidos a eletricidade. O desenvolvimento comercial iniciou-se na Alemanha, na fábrica Marklin, que lançou o primeiro conjunto completo com locomotiva a corda, vagões, trilhos e acessórios, em 1891. Nos Estados Unidos, a Ives era uma das fábricas pioneiras, mas foi a Lionel Cowen que se destacou nesse universo, lançando seu trem elétrico em 1907 e, em 1914, trens em miniatura com escala mais adequada à utilização caseira, com trilhos em baixa voltagem. Hoje é comum a utilização da captação da corrente em dois trilhos, como nos protótipos, porém, a corrente alternada com sistema de três trilhos foi muito utilizada pelos fabricantes até a década de 1950, quando popularizou-se o sistema de corrente contínua (com dois trilhos), novamente através dos fabricantes alemães, segundo a Sociedade Brasileira de Ferreomodelismo (SBF). Há vários fabricantes de componentes para a montagem de ferrovias em escalas. Porém o tamanho mais difundido é a bitola HO (1:87), que eqüivale a dizer que a miniatura do trem é 87 vezes menor que o tamanho real.

Extraído de: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=598991 por Marta Bruno - Repórter

quinta-feira, dezembro 11, 2008

Lançamento e noite de autógrafos do livro "Do Brasil para as Américas nos Cartões-postais e Álbuns de Lembranças", em São Paulo

O livro "Do Brasil para as Américas nos Cartões-postais e Álbuns de Lembranças" será lançado amanhã, dia 11 de dezembro de 2008, ás 19 h, na Livraria Cultura, Loja de Artes - Conjunto Nacional Avenida Paulista, 2.073 - São Paulo. É uma obra de caráter histórico e iconográfica que retrata, desde uma perspectiva brasileira, um panorama dos diversos países das Américas, baseada nos relatos de cronistas e viajantes no período aproximado de 1890 a 1940, realizando uma viagem visual e geográfica através de ferrovias e companhias de navegação, à imensa diversidade regional e humana do continente, como forma de valorizar a cultura e a identidade brasileira no contexto das nações americanas.
O livro do Brasil para as Américas é o resultado de uma ampla pesquisa histórica e bibliográfica, reproduzindo parte do mais valioso e diversificado acervo iconográfico existente sobre o Brasil e os países das Américas. Trata-se de um trabalho documental que nasce da constatação de que um dos maiores e mais importantes repositórios iconográficos sobre o assunto, em termos de conteúdo histórico e de qualidade estética e gráfica, é o representado pelas imagens contidas em antigos cartões-postais e álbuns de lembranças, valioso acervo até agora não devidamente valorizado na sua dimensão social e histórica, nem preservado com vistas ao registro da história do Brasil, e das nações vizinhas, desde uma perspectiva brasileira.
Os 688 cartões-postais selecionados retratam cenários urbanos e rurais, aspectos históricos e documentais, com imagens de interesse etnográfico e documentos visuais de valor inestimável, que enriquecem e preservam a memória histórica e poderão servir de elo cultural entre o Brasil e as nações americanas ao retratá-las como vistas por olhos brasileiros através do testemunho de cronistas e viajantes nacionais.
A obra apresenta uma verdadeira viagem no tempo e no espaço, como faria um turista brasileiro da época, tendo início com um capítulo dedicado ao Brasil, suas cidades e habitantes, e contendo capítulos sobre os diversos países visitados, suas populações e aspectos característicos. A viagem tem início a partir do Brasil e percorre num itinerário visual e bibliográfico as nações vizinhas da América do Sul, para logo estender-se à América Central, à América do Norte e ao Caribe.
Este trabalho nos parece oportuno vista a crescente influência cultural e econômica do Brasil no contexto das nações americanas, expresso por iniciativas como a do Mercosul e outras inúmeras de intercâmbio cultural que reforçam a presença do País.
Podemos afirmar que nunca foi produzida uma obra deste tipo, a qual, sem dúvida, constitui verdadeira novidade e além de seu amplo interesse para o leitor nacional, reforçará a presença brasileira nos círculos culturais das nações retratadas. Atende assim a obra às finalidades da Lei Federal de Incentivo à Cultura, quando assinala: "Promover a difusão e a valorização das expressões culturais brasileiras no exterior, assim como o intercâmbio cultural com outros países."
A obra é impressa a cores, em papel couché de 170 gramas, com encadernação em capa dura, no formato de 23 x 32 cm e requintes de acabamento. Preço de capa: R$ 142,00

terça-feira, dezembro 02, 2008

O natal está chegando!

A figura do Papai Noel como conhecemos hoje foi criada por Thomas Nast em 1862para ser a capa da revista Harper's Weekly na edição da temporada de natal. Nast desenvolveu a imagem com base nas tradições alemãs que comemoravam o dia de São Nicolau. Papai Noel surgiu então como uma figura que representava o natal, a gentileza, a generosidade e a caridade para celebrar o feriado do nascimento de Cristo.
São Nicolau foi um bispo quarto século que ficou conhecido pela sua extrema generosidade e bondade. Ele nasceu na Turquia em 280 d.C. e costumava ajudar as pessoas pobres, deixando saquinhos com moedas próximas às chaminés das casas.
Na tradição cristã alemã o dia 6 de dezembro era (e é) o dia de São Nicolau, um dia festivo que estimula a generosidade. Nast combinou essa tradição de comemorar o dia de São Nicolau com outras lendas germânicas, introduzindo no mundo do bom velhinho duendes e elfos.
Até o final do século XIX, o Papai Noel era representado com uma roupa de inverno na cor marrom. Porém, em 1930, uma campanha publicitária da Coca-Cola mostrou o bom velhinho com uma roupa, também de inverno, nas cores vermelha e branca (as cores do refrigerante) e com um gorro vermelho com pompom branco. A campanha publicitária fez um grande sucesso e a nova imagem do Papai Noel espalhou-se rapidamente pelo mundo.
É o bom velhinho de barbas brancas e roupa vermelha que, na véspera do Natal, traz presentes para as crianças que foram obedientes e se comportaram bem durante o ano. Ele habita o Pólo Norte e, com seu trenó, puxado por renas, traz a alegria para as famílias durante as festas natalinas.
Hoje existe até a possibilidade de recebermos cartas diretamente de sua casa, na Finlândia. Basta escrevermos para ele:
Santa Claus
Arctic Circle
96930 Rovaniemi
Finland
Se desejarmos também podemos anida "solicitar" ao custo de 7 euros uma cartinha escrita em nosso idioma.
Mas independente de qualquer história, o Papai Noel é um simbolo, uma mensagem de que podemos ser realmente gentis e, se fizermos isso ao menos nesta época do ano, já terá sido uma grande contribuição do bom velhinho para nossas vidas.

Coleção de Tatuagens

A Taschen tem uma coleção de respeito... 1000 Tattoos. Um livro que tem excelente qualidade, repleto de fotos de tatuagens e tatuados que vai agradar muito quem gosta do tema.
São corpos desenhados das mais diversas formas, das rusticas as mais ousadas e belas, passando por algumas dignas da Yakusa ou das penitenciárias.
Esta é uma coleção para se admirar e talvez se inspirar. Aqui algumas fotos interessantes de tatuadas.



segunda-feira, dezembro 01, 2008

Biblioteca pessoal pode revelar muito sobre o dono dos livros


Uma estante repleta de exemplares costuma ser uma espécie de biografia velada do proprietário daqueles volumes; aprenda como montar a sua e deixá-la sempre organizada


Um colecionador de livros exibe seu acervo com uma mistura de orgulho e pudor. Livros são troféus, porque cada título desejado, encontrado, lido e guardado é uma conquista. Mas os itens de uma biblioteca pessoal são como o conteúdo da carteira, da bolsa, da geladeira – falam sobre você. Sobre a intimidade do seu pensamento, do seu imaginário. “É sempre um recinto cheio de afetividade e significado”, diz Fernando Modesto, professor do Departamento de Biblioteconomia e Documentação da Universidade de São Paulo. Modesto explica que, além de livros e revistas, uma biblioteca pode abarcar também CDs, DVDs, documentos, álbuns. Tudo que guarde uma lembrança. Mas que também (e esse é o lado “ruim”) ocupa um espaço danado na casa. Na Antiguidade, o político romano Marco Túlio Cícero escreveu que uma casa sem livros é como um corpo sem alma. Faça o que puder no espaço de que você dispõe – o importante é manter os livros por perto, como parte do cotidiano. Uma biblioteca doméstica pode ser dispersa, dividida em estações estratégicas pela casa toda. A da bibliotecária e designer (de bibliotecas!) Cláudia Tarpani é assim. Os livros de trabalho estão no escritório. Na sala, ficam os de literatura. Os demais, sobre culinária, jardinagem e decoração, estão numa estante no fundo do corredor. Mas, se você tiver aí na sua casa um recinto disponível, melhor. Mais espaço para os livros que você já tem – e os que virão. A arquiteta Helena Ayoub, professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, explica que um quarto comum pode ser transformado em biblioteca, se tiver boa ventilação. Você só deve evitar colocar prateleiras onde há incidência direta de luz solar. Mas até isso você pode resolver, com cortinas ou persianas. “Evite também colocar os livros nas paredes do quarto que dão para áreas molhadas da casa – banheiros, cozinha e área de serviço”, diz. Umidade excessiva deteriora os livros.

Como organizar uma biblioteca O mais importante, para bibliotecas de todos os tamanhos, é a organização. Há um lema na biblioteconomia que diz que, se você não consegue encontrar uma coisa, é como se ela não existisse. Quem tem um acervo grande pode cogitar contratar uma consultoria especializada – isso deve custar de 4 a 6 reais por livro. Modesto, o professor de biblioteconomia, ganhou de presente da mulher um programa de computador que o ajudou a catalogar o acervo. O software que ele usa foi feito por um amigo, mas há hoje vários programas gratuitos do tipo disponíveis na rede. Você também pode optar por uma forma mais simples de fazer seu catálogo, usando apenas um editor de texto comum. Para muita gente, organizar a própria biblioteca pode ser um trabalho delicioso e, portanto, intransferível. Mesmo porque os critérios de organização de um acervo doméstico só precisam fazer sentido para o dono. Para cada dono, uma ordem Os professores e escritores Veronica Stigger e Eduardo Sterzi são casados em regime de separação de bibliotecas. No início deste ano, eles se mudaram para um apartamento maior, em que cada um pode organizar seu acervo em recintos distintos. Agora, são menores as chances de confusão. “Já comprei livro repetido e também deixei de comprar títulos por achar que já os tinha”, conta Veronica. Ela tem 3 mil livros – a maioria sobre arte e antropologia. Sterzi, que ensina literatura, tem 6 mil. A coleção dele começou ainda na casa dos pais. A falta de espaço no quarto de solteiro fazia com que o professor precisasse empilhar parte do acervo no chão. Hoje ele sabe que livro não se guarda na posição horizontal. “O peso das páginas umas sobre as outras pode, com o tempo, alterar a composição química da tinta e do papel”, ensina Fernando Modesto, o professor de biblioteconomia. O ensaísta alemão Walter Benjamin escreveu um texto sobre a delicada relação do colecionador com seus livros, intitulado “Desempacotando minha Biblioteca”. Para ele, o destino mais importante de todo exemplar é o encontro com o colecionador – e com a coleção. “Para o colecionador autêntico, a aquisição de um livro velho representa seu renascimento.” Na tradução para o português, não fica muito claro se ele se refere aí ao renascimento do livro ou do colecionador. Não faz mal. Quem coleciona livros sabe que as duas interpretações fazem sentido.

Extraído de:
em: 27/11/2008 - 14:22 (atualizada em 27/11/2008 14:26)

Postal de Natal


O primeiro postal de Natal surgiu na Inglaterra, pelas mãos do pintor John Callcott Horsley (1817-1903), em Dezembro de 1843, a pedido de Sir Henry Cole (1808-1882), director do South Kensington Museum (rebaptizado, em 1899, de The Victoria and Albert Museum).

Sir Henry Cole era assistente no Public Records Office, para além disso era escritor e editor de livros e jornais. Cole escreveu livros sobre arte e arquitectura sob o pseudónimo de Felix Summerly, e fundou o jornal The Journal of Design. Este possuía, ainda, o Summerly's Home Treasury, através do qual eram publicados livros infantis, de entre as histórias publicadas contam-se "Cinderela", "João e o pé de feijão" e "A Bela e o Monstro", entre outros.

No Natal, Sir Henry escrevia cartas aos seus familiares, amigos e conhecidos, desejando-lhes Boas Festas. Contudo, devido ao seu trabalho, este tinha pouco tempo para escrever tantas cartas. Assim , ele (tal como todas as outras pessoas que escreviam cartas de Boas Festas) comprava papel de carta decorado com motivos natalícios ou então, comprava postais de festas genéricos, nos quais se podia acrescentar a festa de que se tratava. Perante isto, Sir Henry pediu a Horsley para lhe criar um postal com uma única mensagem que pudesse ser duplicada e enviada a todas as pessoas da sua lista.

A primeira edição destes postais foi colorida à mão, nestes podia ver-se uma família a festejar com a legenda "Merry Christmas and a Happy New Hear to You" (Feliz Natal e um Próspero Ano Novo para ti). Estes foram impressos num cartão por Jobbins de Warwick Court, Holborn, Londres, sendo, posteriormente, pintados à mão por um profissional de nome Manson. Estes foram publicados no "Summerly's Home Treasury Office, 12 Old Bond Street, Londres", pelo seu amigo e sócio Joseph Cundall.

Os postais que não foram utilizados po Sir Henry, venderam-se na Summerly's por 1 xelim. Segundo Cundall venderam-se muitos postais, cerca de 1000. Actualmente, só existe por volta de uma dúzia destes postais originais, um desses foi leiloado em 24/11/2004, sendo vendido por £22,500 (foi enviado por Sir Henry Cole para "Granny and Auntie Char"), como estava assinado pelo próprio Sir Henry Cole, este postal é extremamente raro e valioso.

Estes postais ilustravam uma família em festa durante o Natal e brindavam ao seu amigo ausente (ao qual o postal era dirigido) com um copo de vinho tinto. Em cada um dos lados do postal tinha imagens de actos de caridade "vestir os desnudados" e "alimentar os pobres". Contudo, a imagem central da família brindando causou grande controvérsia, sendo alvo de várias críticas já que ver crianças a beber um pouco de vinho era considerado como um fomentar da corrupção moral nas crianças. Perante isto, os postais foram retirados de venda.

Segundo a lenda, no ano seguinte, Sir Henry não usou o método dos postais para fazer os seus votos de Boas Festas aos seus amigos, mas mesmo assim o hábito de enviar postais de Natal rapidamente se espalhou não só por toda Inglaterra, mas também um pouco por todo o mundo.


Informação Recebida de Paula Pesares i